14 Sep 2009

interlíngua apresenta-se

Interlíngua não é uma língua artificial, mas o registo do vocabulário internacional de origem greco-latina existente e que constitui a herança linguística comum a todas as línguas ocidentais. As estruturas comuns formam uma gramática minimizada: só existe um artigo indefinido, un, e apenas um artigo definido, le. Não existe concordância entre substantivo e adjectivo, assim como não há desinências nas diversas pessoas verbais.

Atenção: Interlíngua não é Esperanto!

Interlíngua é elaborada por linguistas profissionais.
Depois de um quarto de século de investigação a International Auxiliary Language Association (IALA) publicou, em 1951, o resultado. Durante as preparações teóricas participaram linguistas como Otto Jespersen, Charles Bally, Albert Debrunner, Alf Sommerfelt, Jean-Paul Vinay, André Martinet e o seu successor como director de investigação, o dr. Alexander Gode, fundador da American Translators’ Association (ATA).

Interlíngua é a expressão linguística da universalidade da ciência e da tecnologia e cientistas, primeiramente médicos, começaram imediatamente a publicar resumos, de congressos de medicina, em revistas especializadas.

Interlíngua aproveita ao máximo a difusão global dos idiomas ocidentais e é utilizável hoje sem esperar uma adopção oficial.
Os 600 milhões de romanófonos e os mais instruídos entre os vários milhões de anglófonos compreendem textos em Interlíngua quase sem qualquer estudo prévio. E todos os outros, que não possuem línguas românicas ou o inglês como línguas maternas, continuarão a fornecer-nos professores de línguas como o nosso pão quotidiano. No entanto, com Interlíngua como primeira língua nas escolas os recursos para o ensino de línguas modernas serão suficientes para os estudos não apenas da importantíssima língua inglesa, mas de muitos outros idiomas, mesmo aquelas que hoje são «exóticas»: chinês, japonês, árabe – línguas fascinantes, mas difíceis! E para as línguas tradicionais provavelmente o tempo será suficiente para estudar mais profundamente a sua literatura e cultura: estudar inglês com Shakespeare, francês com Racine, polaco com Mickiewicz, húngaro com Petöfi!

O valor propedêutico de Interlíngua é irrefutável.
No ensino de línguas, a Interlíngua oferece um acesso rápido a o vocabulário internacional (em escolas suecas isto tem sido um assunto independente) e uma excelente preparação para o estudo avançado do inglês e das línguas românicas, assim como do latim clássico.

A política linguística da União Europeia!
«Cada europeu deve aprender duas línguas estrangeiras!» Selecção livre? Pode um búlgaro escolher o romeno e o grego? Um checo o alemão e o húngaro? Em princípio, sim. Mas se uma das línguas escolhidas não for preferida por todos, o resultado não é a comunicação entre todos os europeus.

É necessária uma língua neutra.
Nem todos os gastos gigantescos da UE em interpretação e traduções são necessários e a situação «babélica» no Parlamento é uma das causas da atitude negativa de 50% dos europeus. Outra dessas causas é o enorme privilégio das nações dominantes poderem falar e exprimirem-se nas suas próprias línguas. Interlíngua é mais ou menos familiar a todos os europeus – de facto, ela é o denominador comum das nossas línguas.

Interlíngua é uma língua viva pela definição de que tem uma comunidade, embora pequena, de utilizadores em «diáspora» em todo o mundo.
Nesta língua discute-se, escrevem-se livros, ama-se e – ocasionalmente – odeia-se. A evolução do vocabulário é constante, crescente, segundo as necessidades dos utilizadores, baseada na base firme dos princípios da formação de novos vocábulos: cada palavra deve existir em, pelo menos, três das línguas-fonte: inglês, francês, italiano, espanhol e português.

Introdução realista?
Um língua global não é realista na nossa época: a erradicação do analfabetismo, por exemplo, tem uma prioridade muito maior. Mas há passos possíveis, como a introdução de Interlíngua como primeira língua estrangeira nos currículos de todas as escolas da Europa para relações práticas. Isto não é mais utópico ou irrealizável do que a introdução do hebreu em Israel, se houver uma forte motivação.

Para os povos de África e da Ásia o estudo de Interlíngua significa as maiores vantagens.
Interlíngua é uma chave para as línguas ocidentais e dá acesso a textos tecnológicos. E Interlíngua é para esses povos a base ideal para estudos mais profundos de uma ou mais línguas ocidentais. A literatura tecnológica em línguas ocidentais mantém-se de importância vital para o seu desenvolvimento económico.

[Tradução do texto do prof. Ingvar Stenström, secretário da «Societate Svedese pro Interlingua», distribuído a cerca de 700 professores de línguas, aquando da Conferência Internacional da Federação Internacional de Professores de Línguas Vivas, que teve lugar em Gotemburgo (Suécia) de 15 a 17 de Junho de 2006]

12 Sep 2009

os seis benefícios da interlíngua

A interlíngua é o resultado do encontro de dois factores. O primeiro foi a formação do estrato linguístico da Europa moderna, caracterizado pela coexistência de várias dezenas de línguas autónomas, mas não completamente independentes, uma vez que nelas se encontra, por um lado, um vocabulário e, por outro lado, uma estrutura gramatical fundamental e essencialmente comum.
O segundo factor foi a aspiração de construir para a civilização moderna uma língua auxiliar neutra que poderia desempenhar o mesmo papel do latim durante a civilização medieval.
Após [vários] anos de estudo concluiu-se que a língua neutra auxiliar mais ideal seria um idioma composto por um vocabulário latino prototípico com uma gramática moderna.
Quais são os traços vantajosos deste latim moderno que o distingue das outras línguas construídas?

1) O estudo da interlíngua ajuda a melhor conhecer a língua materna
Talvez pareça estranho nós considerarmos este benefício da interlíngua como [sendo] o primeiro; no entanto, ele é de grande importância. Na nossa língua materna existem muitas palavras interlinguísticas. Aprendendo interlíngua, aprendemos ao mesmo tempo o seu sentido preciso, as suas origens, o seu lugar no vocabulário e o seu uso correcto. Em muitas línguas há «carradas» de palavras estrangeiras. O estudo da interlíngua, a um nível mais elevado, substitui-as eficazmente.
[conhece-te a ti mesmo e compreenderás melhor interlingua e os outros.]

2) A interlíngua é um excelente instrumento para aprender/estudar outras línguas
Sabemos bem que aprender uma segunda língua estrangeira é mais fácil do que a primeira; e também sabemos que apenas as primeiras cinco ou seis línguas são difíceis. As outras, já vêm naturalmente. Qual a causa deste fenómeno? A primeira dificuldade, e talvez a maior, do estudo de línguas reside em que, ao começarmos os nossos estudos, identificamos a noção de língua com a nossa língua materna. É preciso tempo para descobrir que a nossa língua materna e a [língua] estrangeira têm, tanto traços comuns como traços completamente diferentes. Ao estudar-se a segunda língua estrangeira já se usa as experiências adquiridas durante o estudo da primeira, e quanto mais línguas conhecermos, tanto mais fácil é separar o particular do geral, que reduz grandemente o número de particularidades de uma língua nova que se quer aprender. Pode perguntar-se: «porquê estudar interlíngua? É mais útil consagrar o tempo e a energia ao estudo de uma língua nacional». No entanto, a experiência demonstra que se um grupo de pessoas estudar uma língua nacional durante dois anos e um segundo grupo estudar interlíngua durante um ano e no ano seguinte uma língua nacional, os membros do segundo grupo terão um conhecimento mais profundo da língua que estudaram no segundo ano. (Naturalmente, supõe-se que os membros de ambos os grupos tenham dispendido o mesmo tempo e energia aos seus estudos). Há um factor psicológico importante que influencia no sucesso do segundo grupo: os seus membros cedo se apercebem dos resultados dos seus esforços, o que facilita os estudos posteriores. E quando começam a estudar uma língua nacional, eles mover-se-ão num terreno bastante familiar e não sentirão os fracassos de pessoas sem a vantagem de haverem estudado uma língua planificada mais simples antes de se atacarem ao estudo de uma língua nacional complexa.
[língua chamada latim escrito pelos vates que se inspiraram na lenda homérica para dar o crisol mítico do génio de camões. ... sabias que no alfabeto grego a terceira letra não era um «c»? é a outra tónica que passa para a sonora /g/. assim temos o traço distintivo entre crato e grato ou entre «callo e gallo» ou entre «came and game»...]

3) A interlíngua é uma chave para as línguas românicas – mesmo para o inglês
A interlíngua, como uma língua latina, é parecida com as línguas românicas (neo-latinas). Isto quer dizer que quem sabe interlíngua, pode ser capaz de ler textos em outras línguas românicas com um mínimo de esforço, e também, no caso de textos científicos, em inglês.
[anglia distingue (por vezes) «maze» de «labirinto» como nós e eles de dédalo herdamos o vocabulário culto, só para a escrita e conversas de ocasião, espalhado pelas sete partidas da aventura no labirinto do mundo que desabou em babilónia. sabias no que tempo da tua trisavó, pharmácia podia escrever-se com «ph», como em inglês?]

4) A interlíngua aproxima do latim
É desnecessário acentuar o que a herança latina significa para toda a nossa cultura. No entanto, sabemos que por causa das muitas coisas que se devem aprender para se funcionar no mundo contemporâneo, científico e tecnológico, o ensino do latim vai regredindo cada vez mais. Muitas pessoas deploram este estado, mas sem esperança, sendo certo que só estudantes especializados irão estudar o latim clássico no futuro. Como a interlíngua é o sucessor directo do latim, daí o seu conhecimento, em certa medida – e talvez justamente nas relações mais importantes – poder preencher o vazio criado pela falta do estudo universal do latim. E para aqueles que querem estudar latim, o conhecimento de interlíngua é uma óptima preparação.
[o latim na zona romanófona é fonte de bastante vocabulário (integral) que contribui para o interlinguês (interlinguajar). só falta estabelecer algumas regras de gramática e mais gente poderá entrar nos anéis da torre. paulatinamente havemos de chegar a atravessar a ponte cuidando dos que dormem o sono dos justos à sombra de um pilastra gravada com as 26 letras nos corredores de babel.]

5) A interlíngua ajuda a encontrar o lugar no mundo
É um lugar-comum dizer-se que todos nós pertencemos a duas grandes colectividades. Por um lado, somos humanos, membros da humanidade; por outro lado, somos membros de uma nação. No entanto, pensar na polaridade humanidade-nação é um modo muito simplificado de ver a realidade. Entre a humanidade e a nação existe uma terceira colectividade, pelo menos tão importante como as primeiras: a cultura civilizacional do Ocidente. Naturalmente que a cultura é algo multíplice. Não obstante, há ainda um aspecto linguístico. A interlíngua é uma derivação das línguas que trouxeram à civilização ocidental as suas ideias mais importantes e, portanto, fornece uma poderosíssima demonstração da sua unidade estrutural.
[o nosso lugar encontra-se no hic et nunc. as palavras «pelegrino» e «peregrino» fazem ambas parte da aprendizagem da criança até conseguir aperceber-se da mutação do «l» primordial (lambda) no «r» da qual poderá escolher, durante a aprendizagem, os vários sons distintivos primeiro, temos que falar a mesma linguagem e depois então podemos entender-nos le un le altere. a ia e outras criações sérias formam pequenos grupos com a patente do pensamento dos pais das línguas planificadas do volapuk a ia e de zammenhof a gode. a magia da língua franca, universal: não ser rotulada com esta ou aquela nação respeitável.]

6) A interlíngua pode ser usada beneficamente como língua de ligação supra-nacional
Sabemos que o objectivo primário da redacção da interlíngua era a produção de uma língua auxiliar internacional. E examinando a interlíngua como uma língua possível, uma ponte internacional, pode constatar-se que, comparada a outras suas congéneres, ela possui uma grande vantagem [sobre elas]: para a compreender, há um enorme grupo de humanos que não precisa de qualquer estudo [previe]. Isso resulta da estrutura muito simples da interlíngua e, aqueles que conhecem duas das suas línguas-fonte fundamentais compreendem automaticamente muitos textos [scripte] em interlíngua. Mas mesmo que uma pessoa saiba apenas uma língua românica – particularmente se for a sua língua materna – e possuir um pouco de inteligência ou fantasia linguística, então muito facilmente compreenderá interlíngua na sua forma escrita. Pelo contrário, uma pessoa que conheça passivamente duas línguas-fonte, mas incapaz de as usar activamente, pode chegar muito fácil e rapidamente ao uso activo de interlíngua. Há muitos que já quiseram enterrar a Europa; todavia, há muitos outros, como nós, que crêem que ela ainda tem um futuro. Mas uma Europa florescente não poderá viver sob as suas presentes condições labirínticas [babelic]. É preciso uma língua de ligação. E o que poderá estar mais apto para esse papel do que a interlíngua?
[a comunicação inter omnes é o verbo feito palavra antes de existir babel. se queremos passar barreiras, temos que correr em direção certa, percorrer o labirinto da pátria... sem fronteiras.]
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[Tradução livre da adaptação (com comentários avulso) de um artigo do professor húngaro Ferenc Jeszensky, publicado em Lingua e vita, No. 89, januario-april, 1997, e No. 90, maio-augusto, 1997)]

10 Sep 2009

associação lusófona pró-interlíngua?

Actualmente apenas a União Brasileira pró Interlíngua se encontra activa no espaço lusófono.
Na tentativa de uma maior actividade e cooperação, procuram-se pessoas para repassar a mensagem do Eng. Beça e Melo em terras lusas e fazer aparecer associações nacionais em todos os países que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP, Angola; Brasil; Cabo Verde; Guiné-Bissau; Moçambique; Portugal; São Tomé e Príncipe; Timor-Leste — Goa, Damão, Diu, Macau, assim como outras nações, são benvindas a dar o seu contributo testamental em prole da língua portuguesa, hoje, na aldeia global do interlinguar europeu e internacional).
Interessados em associar-se à travessia desta nova ponte de comunicação sem fronteiras, enviem, por favor, ideias/propostas numa mensagem em «commentarios» e/ou associem-se para divulgar (e praticar/estudar) o substrato comum das línguas de cariz europeu e multi-cultural em cada comunidade de que façam parte — de Portugal a Macau e de Cabo Verde ao Brasil e Goa.

Ia não pretende «destronar» nenhuma língua nacional (como dizia Fernando Pessoa, «a minha pátria é a língua portuguesa»...).
Irão ser escolhidas sete línguas pertencentes à herança comum da humanidade – independentemente das raízes que foram criando nos diversos espaços e do seu florir em meandros de decisões políticas, sociais e económicas que têm subsistido ao longo decurso labiríntico do tempo. É um esforço da Europa para manter a sua identidade cultural greco-latina e arábigo-judaica frente às línguas sagradas de outras civilizações e seu pensamento. Mas é uma língua fluida, que incorpora no seu léxico competência e mestria das raízes comuns a um vocabulário «conhecido» (em parte do espaço europeu e de gente que lê) e «trabalhado» com uma nova gramática evasiva. Talvez ia seja um desses tais sete elos por que era constituída a famosa torre de Babel (talvez uma das setes voltas do labirinto cretense...).
A UMI precisa de gente dinâmica e empreendedora que possa estabelecer contactos escolares e divulgar o ensino da interlíngua (que vai ter novas exigências a nível da avaliação curricular) em pequenas comunidades ou através do contacto «nas ruas» que transportam para o outro lado da margem... An vos ha alco pro contribuer a [dicer su(pe)r] iste nove «utopia»?

Apprender linguas es cultura.
Saper Interlingua es evolution.
(UBI)

8 Sep 2009

que é interlíngua?

A ideia de uma língua universal não é nova; depois da queda da mítica Torre de Babel, têm sido várias as pessoas a procurar uma língua auxiliar planificada para servir de meio à comunicação internacional, sendo a mais conhecida delas o Esperanto. No entanto, têm sido vários os entraves (internos e externos) à prossecução desse fim; finalmente, com a simplicidade gramatical da Interlíngua, cujo vocabulário é, na sua essência, comum às línguas do espaço cultural europeu, parece chegada a hora de um consenso quanto à necessidade de uma língua auxiliar no estabelecimento dos vários níveis (político, social e económico) de comunicação (dentro da e) entre a Europa e os povos dos outros continentes – sem barreiras.

Diversas pessoas, nos cinco continentes, estão a trabalhar para que a Interlíngua ganhe o estatuto que merece na comunidade internacional. (O futuro em que cada um pode ter um papel importante a desempenhar). Envolva-se neste «desafio» à aventura dentro dos sete círculos mágicos da torre ou do labirinto lendário!

Pan-europeia
A Interlíngua usa palavras extraídas das seguintes línguas: italiano, espanhol, português, francês, inglês, alemão e russo.

Científica e Prática
A Interlíngua é o resultado de uma grande cooperação de linguistas e filólogos europeus e americanos. Eles extraíram metodicamente o vocabulário internacional e comum às maiores línguas europeias.

Milhões de pessoas entendem Interlíngua à primeira vista. Especialmente os falantes de línguas neolatinas entendem a Interlíngua imediatamente, e quase sem esforço. Ideal para as suas viagens!

Natural
Nenhum aspecto da Interlíngua é artificial ou inventado. Toda característica é baseada em pelo menos três línguas de origem europeia. Interlingua: simplificação sem artificialidade!

Fácil e Pedagógica
A gramática da Interlíngua é muito uniforme, e a pronúncia das palavras segue regras estritas e simples. Com a Interlíngua, nada de listas infinitas de excepções e irregularidades... Aprender Interlíngua é agradável!

Com a Interlíngua, você aprende quase automaticamente muitas das palavras «estrangeiras» ou «cultas» de sua própria língua materna. A Interlíngua é a base ideal para os seus estudos linguísticos ulteriores.

Neutra
A Interlíngua não é propriedade de uma única cultura ou povo. Nenhum falante nativo tem uma vantagem injusta. Fale Interlíngua e ponha fim à discriminação linguística.

«Latim Moderno»
A maioria de todas as palavras internacionais é de origem latina ou grega. Na Interlíngua, estas palavras tomam formas prototípicas e padronizadas. O resultado é um «latim moderno» internacional e simplificado, elegante e prático.

Divertida
Com a Interlíngua você encontra uma comunidade crescente cheia de pessoas inteligentes e originais. As nossas conferências são experiências inesquecíveis. Venha e divirta-se connosco! Você é muito bem-vindo!

Versão breve

A INTERLÍNGUA é uma língua internacional resultante de uma grande cooperação de linguistas europeus e americanos. As palavras da Interlíngua são baseadas em palavras internacionais do latim, grego e de outras línguas como o italiano, francês, espanhol, português, inglês, alemão e russo. A gramática da Interlíngua é muito simples e fácil. A pronúncia é regular e europeia continental.

[Retirado do sítio da Union Mundial pro Interlingua, com algumas alterações]


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Que es Interlingua?


Le possibilitate de communication e comprension inter le homines de nationes diverse es desirabile. Es desirabile le introduction de un lingua auxiliar international.

Latino e linguas national es troppo difficile pro servir satisfactorimente como medios de communication inter le «homines in le strata». Recommendar le uso de iste idiomas o de un tal idioma non serea un solution democratic. Le elevation a un position monopolisate de un lingua national in preferentia a omne alteres significarea un privilegio enorme (con consequentias cultural e economic) pro le nation cuje idioma es eligite. Isto non serea acceptate per le grande statos. Si on elige p.ex. anglese, le franceses, russos, germanos, hispanofonos, arabes etc. non tardarea presentar lor protestos.

Conclusion: es besoniate un lingua neutral.

Latino classic es neutral, sed non solmente troppo difficile: in su vocabulario manca expressiones pro fenomenos moderne.

Pro solver le problema, idealistas, sovente sin qualificationes linguistic, ha publicate circa septe centos projectos de linguas artificial. Le plus cognite es Esperanto (1887) con 50.000 personas organisate. In su vocabulario, in principio romanic, se trova un mixtura de parolas german, anglese e russo, e le parolas le plus frequente es artificial e Esperanto non es legibile mesmo a polyglottos sin studio. Inter 100.000 e 200.000 solmente comprende un texto in Esperanto.

Finalmente linguistas professional se ha interessate in le problema e in 1951, post un quarto de un seculo de recerca linguistic, ha publicate Interlingua, que es un registration del vocabulario international de facto existente como un hereditage commun non solmente del milliones de romanophonos, sed de tote le mundo cultivate.

Publicationes medical e scientific ha comenciate utilisar Interlingua quasi immediatemente. Le lectores comprende le textos sin studio previe.
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Le Union Mundial pro Interlingua
http://www.interlingua.com