2 Mar 2010

sem limites

Considera o espaço da tua forma presente como sendo um espaço ilimitado.

Considera tote le spatio de tu actual forma como essente un spatio illimitate.
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Quando, no Verão, vês a claridade sem fim do céu aberto, penetra nessa claridade.

Quando tu vide in le estate le claritate infinite del integre celo, penetra in ille claritate.
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Olhando simplesmente o céu azul, para além das nuvens, a serenidade.

Per reguardar simplemente le azur del celo, ultra le nubes, le serenitate.
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De olhos fechados, contempla o teu ser interior em pormenor. Assim, a tua verdadeira natureza.

A oculos clause vide in detalio tu esser interior. De iste forma, vide tu ver natura.

[Traduzido de Paul Reps, Le Zen en chair et en os, Paris, 1993]

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